
quinta-feira, 24 de maio de 2007
Mon Prince

terça-feira, 22 de maio de 2007
Pedaço da noite

...

quinta-feira, 17 de maio de 2007
seus olhos
quarta-feira, 16 de maio de 2007
terça-feira, 8 de maio de 2007
Tudo acontece em Elizabethtown
Um designer de sapatos(Orlando Bloom) que, após oito anos de trabalho árduo em um projeto, tem o seu "tênis revolucionário" mal-recebido pelo mercado, causando o prejuízo de quase 1 bilhão de dólares para a empresa em que trabalha. Como é de se esperar, perde o emprego, mas para a sua surpresa também é abandonado pela namorada. Quando percebe que sua vida está do avesso, pensa em cometer o suícidio, mas é interrompido com a notícia da morte do seu pai e se vê obrigado a viajar à cidadezinha de Elizabethtown para cuidar dos trâmites do enterro.
Durante o vôo ele conhece uma "pegajosa",porém solícita e atenciosa aeromoça(Kirsten Dunst),aquele tipo de mulher que todo homem idealiza: doce, inteligente, divertida e intensa, que entra na sua vida bagunçando tudo, sem pedir licença!Eles se encontram no dia seguinte e começam a cultivar uma amizade colorida.O que, sem que ele perceba, acaba ajudando-o a superar os demônios interiores...Le fabuleux destin d'Amélie Poulain

quinta-feira, 19 de abril de 2007
Um recomeço

sábado, 7 de abril de 2007
Somente o tempo...

...atitudes.

sexta-feira, 6 de abril de 2007
ॐ Hinduísmo

Conjunto de princípios, doutrinas e práticas religiosas dominante na Índia, conhecido dos seguidores pelo nome sânscrito Sanatana Dharma, que significa a ordem permanente. Está fundamentado nos Vedas (conhecimento, em sânscrito), conjunto de textos sagrados compostos de hinos de louvor e ritos. Suas características principais são o politeísmo e a crença na reencarnação. O hinduísmo é a terceira religião do mundo em número de praticantes e seus preceitos influenciam fortemente a organização da sociedade indiana.
História e doutrina
A tradição védica nasce com os arianos, povos das estepes da Ásia central, que a levam para a região da Índia em 1500 a.C., ao invadir e conquistar os vales dos rios Indo e Ganges. Baseia-se em uma memória coletiva sobre deuses tribais e cósmicos transmitida oralmente e, posteriormente, registrada em livros sagrados, os Vedas. Esses livros são agrupados em quatro volumes durante o século X a.C e contêm as verdades eternas reveladas pelos deuses: a ordem (dharma universal) que rege as coisas e os seres, organizando-os em categorias, as castas ou varnas. Segundo os Vedas, o ser humano está preso a um ciclo eterno de morte e renascimento, chamado samsara, pelo qual está fadado a reencarnar e a sofrer em infinitas vidas. As reencarnações, como ser humano ou animal, são regidas pelo carma, preceito segundo o qual a forma como renascemos em nossa vida atual foi definida na vida anterior, pelo estágio espiritual que alcançamos e os atos que nela praticamos. O hindu busca fundir-se a Brahman, a verdade suprema, espírito que rege o Universo. Isso só é possível libertando-se do samsara pela purificação de seus infinitos carmas, atingindo o estágio conhecido como nirvana, a sabedoria resultante do conhecimento de si mesmo e do universo. O caminho para o nirvana passa pelas práticas religiosas, pelas orações e pela ioga, mas muitos hindus adotam também dietas vegetarianas e o ascetismo (renúncia aos bens e prazeres materiais) para atingi-lo.Do século IX ao XIV floresce o tantrismo, corrente que prega o aperfeiçoamento espiritual pelo domínio da mente e do corpo, incluindo hábitos e práticas sexuais. Em reação à expansão do islamismo na Índia, a partir do século VII, e ao domínio britânico, iniciado no século XVIII, surgem várias correntes no hinduísmo.
Textos sagrados
O hinduísmo possui extensa literatura com preceitos relativos à vida cotidiana e à organização social. Os mais antigos, os Vedas ou Conhecimento, reúnem ensinamentos anteriores ao século X a.C. Além desses, são importantes os Puranas (narrativas sobre a tríade divina Brahma, Shiva e Vishnu, as festas e condutas do hindu), o Mahabharata (O Grande Combate dos Bharata), poema que trata da luta do bem e do mal, dos cultos a Shiva e Vishnu e as lutas entre as tribos hindus; os Upanishads (aulas dos mestres), o Ramayana (poema sobre o amor de Rama por Sita) e o Código de Manu (normas, regras e práticas sociais hindus).
Preceitos na vida social
O hinduísmo distingue quatro metas na vida humana: kama (prazer físico), artha (prosperidade), dharma (condutas e deveres morais definidos pela casta do indivíduo e pelo dharma universal) e moksha (iluminação). As quatro metas têm relação com quatro etapas da vida ou ashramas, do nascimento à morte: na infância, estudar os Vedas e preparar-se para a vida; depois, casar-se e constituir família; aposentar-se do trabalho e desligar-se das posses materiais; e, na velhice, concentrar-se na busca religiosa. Essas metas e etapas têm, por sua vez, matizes definidos para os indivíduos segundo as quatro castas (varnas) às quais podem pertencer. A dos brâmanes, os sacerdotes, é a mais elevada. Seguem-na a dos guerreiros; a dos lavradores, comerciantes e artesãos; e, finalmente, a dos sudras, servos e escravos. Um quinto grupo, o dos párias, não é considerado casta por terem seus membros desobedecido, no passado, às leis religiosas. Tradicionalmente, os párias não podiam viver nas cidades, ler os livros sagrados ou se banhar no rio Ganges.
Divindades
Há centenas de deuses e deusas hindus. Todos são parte de Brahman, a essência universal. Três deles se destacam e compõem uma tríade divina, a Trimurti:Brahma, o princípio criador, Shiva, o princípio destruidor e libertador, e Vishnu, o princípio protetor e preservador. Sempre que o mundo está sob ameaça do mal, Vishnu aparece para protegê-lo através de uma de suas dez reencarnações ou avatares. São eles, pela ordem, Matsya (o peixe), Kurma (tartaruga), Varaha (javali), Narasimha (homem-leão), Vamana (anão) Parashurama (homem com machado), Rama (príncipe herói), Krishna (herói que matou o demônio Kamsa) e Buda. O décimo avatar, Kalki, ainda não surgiu na Terra e virá para extirpar todo o mal e iniciar uma era do bem.
Rituais e comemorações
O hindu costuma manter em casa um altar de devoção a seu deus, no qual queima incenso, coloca flores, velas e oferendas. Também freqüenta os templos que estão entre os de arquitetura mais exuberante do mundo. Cada altar possui sempre a estátua de seu deus, e nos templos as imagens são diariamente despertadas pela manhã, lavadas, vestidas e enfeitadas com flores pelos sacerdotes. Diante do altar, os hindus recitam mantras, fórmulas sagradas escritas nos Vedas que podem aproximá-los dos deus. Peregrinar para visitar os templos e lugares sagrados são práticas habituais. Algumas das celebrações hindus são o Festival das Luzes, comemorado em todo o país no outono com o acender de velas, o Festival das Nove Noites para a deusa Durga, em setembro ou outubro, o Festival da deusa Shiva, em março, e o Festival de Krishna, em agosto.
ૐ ॐमणिपद्मेहूँ,
destino - o meu e o seu.

Eu o tocava... e era lua que eu sentia
E era quente em seus braços,
e era quente em teu peito
E era quente em suas pernas.
Então pediu no meu ouvido esperas e pausas,
Falou de ritmos e marcou compassos
E eu o ouvia, e eu o seguia, e eu o esperava.
Era senhora do teu corpo, e febre dentro de mim.
E nós, com a mesma urgência,
E nós, com a mesma pressa,
Chegamos ao destino
Que era o meu e o seu
(Rebeca Rezende)
um sonho

Pediu também que a rua ficasse em silêncio, pra que só ouvissem as batidas dos corações.Ele a olhava como se tentasse descobrir o segredo mais bem guardado por trás daqueles olhinhos que brilhavam tanto. E que foram se fechando, e o coração se acalmando, até que ela adormeceu ,com um sorrisinho dengoso no canto da boca...
Então ele beijou os olhos de sua menina, para que ela sonhasse o sonho mais belo que jamais sonhou. Abraçou-a, para que nenhuma brisa fria da noite atrapalhasse seu sono e deu-lhe a mão, para ter certeza de que tudo continuaria ali...
domingo, 1 de abril de 2007
Like a tattoo

Heavy with the burden of the truth
And he spoke of his dreams
Broken by the burden
Broken by the burden of his youth
Fourteen years he said
I couldn't look into the sun
She saw him laying at the end of my gun
Hungry for life
And thirsty for the distant river
I remember his hands
And the way the mountains looked
The light shot diamonds from his eyes
Hungry for life
And thirsty for the distant river
Like the scar of age
Written all over my face
The war is still raging inside of me
I still feel the chill
As I reveal my shame to you
I wear it like a tattoo
sexta-feira, 30 de março de 2007
em sonho...

terça-feira, 20 de março de 2007
★Little Prince!★

Esta é, para mim, a mais bela paisagem do mundo, e também a mais triste.Foi aqui que o principezinho apareceu na terra, e desapareceu depois.
Olhem atentamente esta paisagem para que estejam certos de reconhecê-la, se viajarem um dia na África, através do deserto. E se acontecer passarem por ali, eu lhes suplico que não tenham pressa e que esperem um pouco bem debaixo da estrela! Se então um menino vem ao encontro de vocês, se ele ri, se tem cabelos de ouro, se não responde quando interrogam, adivinharão quem é. Então, por favor, não me deixem tão triste: escrevam-me depressa dizendo que o Pequeno Príncipe voltou...
sábado, 17 de março de 2007
Le Petit Prince

- Boa dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira...
- Quem és tu? perguntou o principezinho. Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa...- disse ela.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa - não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa, disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços..."
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender, disse o principezinho. Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível, disse a raposa. Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra, disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito, suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
Assim o principezinho cativou a raposa.Ficaram juntos por um tempo e quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar...
- A culpa é tua, disse o principezinho, eu não queria te fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Sim,eu quis, disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! disse o principezinho.
- Vou, disse a raposa.
- Então,tu não lucraste nada,não é?Foi tudo uma grande perda de tempo!
- Eu lucro, disse a raposa,foi o tempo que perdeste comigo que me fez tão importante!
quarta-feira, 14 de março de 2007
segunda-feira, 12 de março de 2007
★★★★★
"Ela entrou como um pássaro no museu de memórias, e no mosaico em preto e branco pôs-se a brincar de dança. Não soube se era um anjo, seus braços magros eram muito brancos para serem asas, mas voava. Tinha cabelos inesquecíveis, assim como um nicho barroco onde repousasse uma face de santa de talha inacabada. Seus olhos pesavam-lhe, mas não era modéstia, era medo de ser amada; Vinha de preto, a boca como uma marca de beijo na face pálida. Reclinado, nem tive tempo de a achar bela, já a amava."quarta-feira, 7 de março de 2007
Phoenix

Não sei.E a Phoenix pousou sobre meu inconsciente.É que nesse mundo,meu feito mais constante é o de observar.Do que vejo e sinto,escrevo.Mas agora, me perdoe,não sei denominar.Não sei nem mesmo como chamar esse estado que se adquire,essa capacidade,não de sobreviver às intempéries,mas sim de renascer da morte dos próprios sonhos.
Mas sei que é possível.Precisamos virar a esquina do medo e ter consciência que de nossas cinzas é que faremos uma nova vida e um novo sonho. Precisamos ir ao nosso encontro!
Deepak Chopra.

DEEPAK CHOPRA.
segunda-feira, 5 de março de 2007
Pétala por Pétala (Chico César)
o que de mau a vida pode ter
e a sua volta me dá mais
de todo o mel que eu ousaria querer
sua presença me faz rir
dos dias feitos pra chover
nao há revolta pra sentir
nem há milagre pra não crer
vinda que finda
a tinta de pintar tristeza
deixa os mistérios plenos de sentido
e a flor da vida toda
pétala por pétala
que um tolo pode colher
sem saber que é amor
vem e aumenta em mim
o único que sou
me subtrai do que em mim passou
é amor, vem.
sexta-feira, 2 de março de 2007
tempo.

We can do it!
VOCÊ NASCEU PRA SER FELIZ(CORAGEM).
quinta-feira, 1 de março de 2007
...
Não é fácil oferecer a outra face quando alguém lhe bate,seja física ou verbalmente.A reação imediata seria devolver o tapa,mas é aí que as reações devem ser observadas com o maior cuidado.As almas que ainda não aprenderam a ter autodisciplina e respeito ao próximo,vão bater de volta com a mesma força que receberam e ainda vão se sentir "justificadas" por agirem assim.Depois ainda se perguntam porque existe tanto caos e injustiça no mundo!***
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007
A Rosa.

E, quando regou pela última vez a flor, e se dispunha a colocá-la sob a redoma, percebeu que estava com vontade de chorar.
- Adeus, disse ele à flor.
Mas a flor não respondeu.
- Adeus, repetiu ele.
A flor tossiu. Mas não era por causa do resfriado.
- Eu fui uma tola, disse,por fim. Peço-te perdão. Trata de ser feliz!
A ausência de censuras o surpreendeu. Ficou parado, inteiramente sem jeito, com a redoma no ar. Não podia compreender essa calma e doçura.
- É claro que eu te amo, disse-lhe a flor. Foi por minha culpa que não soubeste de nada. Isso não tem importância. Foste tão tolo quanto eu. Trata de ser feliz... Mas pode deixar em paz a redoma. Não preciso mais dela.
- Mas o vento...- indagou o príncipe.
- Não estou assim tão resfriada... O ar fresco da noite me fará bem. Eu sou uma flor.
- Mas os bichos...- insistiu ele.
- É preciso que eu suporte duas ou três larvas se quiser conhecer as borboletas. Dizem que são tão belas! Do contrário, quem virá visitar-me? Tu estarás longe... Quanto aos bichos grandes, não tenho medo deles. Eu tenho as minhas garras.
E ela mostrava ingenuamente seus quatro espinhos. Em seguida acrescentou:
- Não demores assim, que é exasperante. Tu decidiste partir. Vai-te embora!
Pois ela não queria que ele a visse chorar. Era uma flor muito orgulhosa...
Pôr do Sol
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007
quarta-feira, 7 de fevereiro de 2007
terça-feira, 6 de fevereiro de 2007
medo.

Ela teve medo que ele corresse perigo. Muito medo. “O medo corta a vida”, diria Rubem Alves. E se não foi bem assim que ele disse era assim que ela se lembrava.
Lembrava também que animais não sentem medo, vivem um momento de cada vez, não pensam sobre o futuro e quando o futuro não importa, quando não há sonhos ou histórias para viver, então o medo também não tem razão de ser.
Dizem que o medo até preserva a vida (do corpo), mas para a vida do amor o medo é inútil. Pena que, mesmo sabendo de tudo, o medo estava fazendo parte dela naquele instante. Não medo de perdê-lo, mas medo de que ele perdesse algo de valor por causa dela. Ele não a culparia, mas ela sim. Então chorou. Chorou lágrima pura e transparente e mesmo sem ver ele sentiu. Estavam tão longe, tão longe que o encontro era só através de algumas imagens. Pela imagem em conjunção com as palavras ele teve certeza que ela chorava. Ele não conseguia ver as lágrimas caindo como rios pela face dela, afinal lágrimas não tem cor, entretanto ele podia olhar o semblante dela de sorriso e alívio, por vê-lo fora de perigo, e junto com essa alegria muitas lágrimas e a expressão de quem chora rindo, mais pela explosão de emoções sentidas no curto espaço de tempo do que por tristeza. Ele estava fora de perigo, ela podia sorrir e ver que o rosto dele também tinha um semblante parecido que era a miscigenação da felicidade, infelicidade e angústia. Felicidade de vê-la, infelicidade por estar tão longe. Angústia por vê-la chorando e não poder tocá-la ou enxugar seu rosto. De fato não a via, ela não era só aquela imagem, mas além das palavras, a imagem era tudo que ele tinha,por isso gravava cada uma na alma,como fotos para que pudesse olhar sempre e recordar-se de como eram os traços de seu rosto, o brilho de seu olhar, o sorriso na sua boca... Lembrar que ela sentira medo, e esse medo que cortava a vida era um medo de quem sentia, mas não de quem sentia somente medo. Porque se animais não sentem medo não é só porque não sonham, não é só porque não tem perspectiva de tempo ou de futuro, talvez seja porque não sentem como sentimos, nem amem da forma que somos capazes de amar. (Aline)
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2007
Sartre

Entre as muitas coisas profundas que Jean Paul Sartre disse, essa é a que mais amo:
“Não importa o que fizeram com você. O que importa é o que você faz com aquilo que fizeram com você.“
Pare. Leia de novo. E pense. Você lamenta essa maldade que a vida está fazendo com você? Se Sartre está certo, essa maldade pode ser o lugar onde você vai plantar o seu jardim!
terça-feira, 30 de janeiro de 2007
Você é pipoca ou piruá?

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca, para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e dureza assombrosa. Só que elas não percebem. Acham que o seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos. Dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro. Pânico, medo, ansiedade, depressão - sofrimentos cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso aos remédios. Apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui. E com isso a possibilidade da grande transformação.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: pum! - e ela aparece como uma outra coisa, completamente diferente, que ela mesma nunca havia sonhado. É a lagarta rastejante e feia que surge do casulo como borboleta voante.
Em Minas, todo mundo sabe o que é piruá.Piruá é o milho de pipoca que se recusa a estourar. Meu amigo William, extraordinário professor-pesquisador da UNICAMP, especializou-se em milhos, e desvendou cientificamente o assombro do estouro da pipoca. Com certeza ele tem uma explicação científica para os piruás. Mas, no mundo da poesia as explicações científicas não valem. Por exemplo: em Minas ‘piruá’ é o nome que se dá às mulheres que não conseguiram casar. Minha prima, passada dos quarenta, lamentava: ‘Fiquei piruá!’ Mas acho que o poder metafórico dos piruás é muito maior. Piruás são aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. Ignoram o dito de Jesus: ‘Quem preservar a sua vida perde-la-á.’ A sua presunção e o seu medo são a dura casca do milho que não estoura. O destino delas é triste. Vão ficar duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca macia. Não vão dar alegria para ninguém. Terminado o estouro alegre da pipoca, no fundo da panela ficam os piruás que não servem para nada. Seu destino é o lixo.Quanto às pipocas que estouraram, são adultos que voltaram a ser crianças e que sabem que a vida é uma grande brincadeira... (Rubem Alves)
Oh meu amigo,meu herói...
Ela olha para longe sem olhar especificamente para nada.Pensa no amigo. Como lhe querer mal? Impossível. Não é de sua índole querer mal a ninguém e, mesmo que fosse, o que faria com os momentos de riso e companheirismo que ficaram impressos em sua Alma? Seria preciso uma amnésia para que pudesse simplesmente ignorar a sua existência ou somente apagar um trecho de sua vida. Mas isso, de fato, não acontece,nem acontecerá.Quando ouve falar dele e de seus passos chega até a formular uma prece em que pede, sem convicção, que anjos lhe guardem os passos. Pobre anjo a quem for designada tal missão! Há pessoas instigadas à autodanação. E ela sabe muito bem disso.sábado, 27 de janeiro de 2007
sábado, 20 de janeiro de 2007
A little (and beautiful) girl.

Era uma vez uma menininha doce e carinhosa que teve uma infância feliz e pais amorosos e esclarecidos que lhe proporcionaram mais do que uma boa educação. Ensinaram-lhe valores universais. Em seu caminho para a vida adulta, a menininha idealizou uma vida baseada em tais valores.Procurou rodear-se de pessoas cujos valores eram tais quais os seus. Mas o MUNDO e até mesmo algumas pessoas, não comungavam de seus valores e, quem sabe para o seu próprio crescimento, a menina,que aos poucos foi se tornando uma mulher, conheceu o contrário: a ira, a maldade, a ingratidão, a inveja, a maledicência, a cobiça e a deserção. Ficou chocada, triste e sofreu longos anos pela triste visão ao seu redor. Tentaram fazê-la ver que tudo aquilo em que acreditava era uma grande mentira. Até que numa linda primavera, a menina já crescida e angustiada com aquela inversão de valores, conheceu um gigante.E ele lhe disse que estava ali para reavivar todas as mais remotas lembranças do que lhe fora ensinado na infância. E através de seu exemplo e de tantas conversas, ela percebeu o que era veneno e o que era água cristalina, soube o que era o amor maior, aprendeu que algumas almas vivem em deserto árido por toda uma vida e entendeu porque o mar existe para os grandes navios e as pequenas embarcações. Antes de partir para a terra onde vivem os gigantes, ele lhe disse:
- "Não te esqueças de quem és e não deixes que te ceguem e te apequenem porque és Grande e porque consegues enxergar o mundo ao teu redor sem leviandade ou estupidez".
A menininha, sozinha, crescida e transformada, voltou para a vida e, com o passar do tempo, foi deixando para trás tudo que era penoso e esmagador. Reteve para si o que o mundo lhe deu como essencial e o resto deixou degenerar não sem pena ou arrependimento. Esquivou-se pouco a pouco das almas secas e inaptas ao entendimento e ao calor. Esteve só...talvez ainda esteja. Segue sua caminhada em direção ao horizonte e ainda não descobriu que a sabedoria lhe chegará quando não houver mais arroubos e arrebatamentos. Encontrei-a ontem, ao olhar para o espelho, e ela me disse que deixou de desejar as estrelas. Contenta-se em poder vê-las brilhar... ☆☆☆
encontro de almas
E lá vem Rubem Alves...

quarta-feira, 10 de janeiro de 2007
Que tal um pouco de Gal?!?

Em 2007,PENSE!

Nunca é tarde demais para mudar. Nunca é tarde para se tomar uma providência. Nunca é tarde demais para lembrar que um dia já fomos românticos. Nem nunca é tarde para dizer eu te amo. Nunca é tarde demais para se aprender uma nova lingua. E também nunca será tarde para correr atrás daquele sonho. E nem daquele amor... Nunca é tarde demais para se buscar um ideal. Nunca é tarde para começar a cuidar da saúde. Nunca é tarde demais para conquistar novos amigos. Nunca será tarde para fazer aquela viagem. Nunca é tarde demais. Nunca é tarde demais para começar tudo de novo!
Um 2007 de muita LUZ,PAZ E AMOR.......
Compaixão.
sábado, 7 de outubro de 2006
Fallen
I can't believe it
You're a dream coming true
quarta-feira, 4 de outubro de 2006
BeAuTifuL GIrL - INXS




















